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E os irmãos então devem observar,
os irmãos devem se lembrar, a pouco nós lemos os versículos 6, 7
e 8. Foram três versículos que nós
lemos e esses versículos então serão expostos a partir de agora.
Concluímos a exposição dos versículos 1 a 5 e agora os versículos 6,
7 e 8. O esboço desse trechinho, desse
pequeno trecho de Gênesis 3 é o seguinte, os irmãos vão observar cada parte
que eu vou apontar aqui. Esse texto fala de três buscas
ligadas ao pecado. três buscas ligadas ao pecado. Eu, geralmente, procuro sempre
dividir os estudos e os sermões em três partes, por questões
didáticas, para facilitar o acompanhamento dos irmãos e também para ajudar
aqueles que estão fazendo anotações ou vão fazer anotações depois.
Mas esse sermão, então, também, esse trechinho, eu também dividi
em três partes. São três buscas ligadas ao pecado. A primeira o que está no versículo
6 é a busca enganosa de autossuficiência isso está no versículo 6 a busca
enganosa de autossuficiência o pecado ele envolve o desejo
da pessoa de ser feliz e de se sentir realizada longe de Deus,
independente de Deus. Então nós temos no versículo
6 essa busca enganosa de autossuficiência. Hoje nós vamos falar só sobre
o versículo 6. A segunda busca pode ser percebida
no versículo 7 e a segunda busca é a busca ineficaz. de soluções para o mal. Consumado o pecado e vindo as
consequências, a pessoa tenta remediar as consequências. Mas essas tentativas se mostram
todas infrutíferas. A pessoa não consegue remediar
as consequências do pecado. Então é a busca ineficaz de soluções
para o mal, não consegue solucionar o mal decorrente do desvio, do
pecado, da iniquidade. E no versículo 8, nós temos o
terceiro item, a terceira busca, é a busca inútil de meios para
não enfrentar Deus. a busca inútil de meios para
não enfrentar Deus. O homem no pecado, ele quer distância
de Deus, não quer enfrentá-lo, não quer estar face a face com
ele. E as razões são óbvias, e nós
vamos ver isso então quando estudarmos o versículo 8. Vamos então olhar
para a primeira busca que está no versículo 6. A primeira busca,
como eu mencionei para os irmãos, é a busca enganosa de autossuficiência. Autossuficiência, entendam, o
desejo da pessoa se realizar de ser uma pessoa melhor, mais
realizada, mais completa e mais feliz. sem Deus, longe de Deus. Esse é o discurso que hoje em
dia, você pode ser alguém melhor, realizado, feliz, completo, pleno,
experimentar satisfação na vida e plenitude de vida, sem Deus. Esse é o discurso que há hoje
em dia. E nós vamos ver aqui, olhando para esse versículo,
onde isso aparece. Então o texto diz assim, observem,
eu vou ler o versículo para os irmãos novamente, depois eu vou
ler o versículo em partes. Mas eu quero que os irmãos percebam
um detalhe que há aqui. um detalhe que foi impresso aqui,
um detalhe que foi gravado aqui pelo escritor Moisés na medida
em que ele foi produzindo a narrativa. Então o texto diz assim, Vendo
a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos
olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do
fruto e comeu, e deu também ao marido e ele comeu. O que há nesse versículo que
chama a atenção? não só nesse versículo, mas também
no versículo 7, isso acontece. O que há aqui é rapidez na narrativa. A história aqui pega velocidade. O autor Moisés quis dar ao relato
celeridade. E como ele faz isso? Ele coloca
em poucas linhas diversas ações. São várias ações acontecendo
uma seguida da outra. Ele não para para dar detalhes.
Ele não para para dar explicações. Ele não para para inserir este
parênteses ou aquele outro detalhe. Não. Ele vai narrando e mencionando
e citando os verbos continuamente com rapidez. Em um versículo
nós temos toda a queda. Toda a queda em um versículo
só. é o dia mais infeliz da humanidade, é o dia mais trágico da história
humana, é o caos do universo aqui, e ele narra isso rápido,
em algumas linhas apenas. Veja os verbos, a mulher, a mulher
vê, a mulher toma o fruto, a mulher come o fruto, a mulher dá ao
seu marido, o marido come o fruto. Rápido. Por quê? Isso é narrado assim de modo
tão célebre, de modo tão rápido. Bem, talvez possamos aprender
um pouquinho com a gramática, com o estilo literário, com o
padrão da narrativa. Se nós entendemos, como de fato
entendemos, que o Espírito Santo é o autor primário do texto,
que o Espírito Santo é aquele que estava por trás do escritor,
agindo ali enquanto ele escrevia o texto, então nós podemos entender
que talvez exista algum propósito nessa celeridade, nessa rapidez
do versículo. E que propósito seria esse? Talvez,
talvez, o autor queira nos mostrar que num certo ponto da ação de Satanás, a partir
de um certo ponto da tentação e do espaço que damos para ela
as coisas começam a acontecer rápido demais e temos que tomar
cuidado pode acontecer de darmos espaço para o inimigo ouvirmos
a sua voz olharmos para as direções que Ele nos aponta, e tudo isso
ser muito lento, mas chegarmos num ponto dessa história, em
que as coisas começam a acontecer, muito, muito e muito depressa,
e a queda vem. Existe uma cautela aqui, eu tenho
que sempre me afastar da tentação, porque eu não sei, exatamente
onde esse ponto em que a velocidade começa, e a partir do qual eu
não tenho mais como voltar, onde esse ponto está. Em Atibaia,
nós temos um ponto turístico ali, a cidade onde eu moro, temos
um ponto turístico lá chamado Pedra Grande. O pastor Thomas conhece bem a
Pedra Grande, os jovens aqui todos já visitaram a Pedra Grande
várias vezes, o pastor Thomas vai demorar muitos anos agora
para subir a Pedra Grande de novo. com a coluna dele machucada,
se Deus quiser não, quem sabe mês que vem já suba a Pedra Grande
correndo, quem sai com a muleta, quem sabe, vai saber. Mas a Pedra
Grande, ela tem, é uma rocha imensa, as pessoas saltam de
Asa Delta ali, é um lugar muito bonito, uma visão muito linda
de lado alto, as pessoas sobem ali para ver a cidade, para ter
um tempo ali de lazer. E essa pedra tem uma grande plataforma
natural, imensa. E você, se você não conhece,
você começa a andar nessa plataforma. E ela apresenta um leve declive. E você vai descendo. Sem sentir. Sem notar. Você vai descendo. tranquilo,
parece que está reto, mas não está, está descendo, descendo
devagarinho, mas chega um determinado ponto em que ela faz isso, de
repente, e aí quem está descendo não desce mais devagarinho, aí
quem está descendo, desce rápido, e rápido demais, e não consegue
mais voltar e cai lá embaixo e morrem pessoas, Onde é o ponto
de segurança? Onde está a linha de segurança? Ninguém nunca foi lá e marcou. Ninguém nunca foi lá e marcou.
E assim é também com a tentação. Há um ponto em que as coisas
se tornam impossíveis de se dominar. há um ponto em que não dá mais
para dar uma pirueta e voltar para trás há um ponto em que
a velocidade aumenta e nós não temos mais como nos controlar
e caímos e nessa queda nos ferimos e morremos e é possível que essa
narrativa queira mostrar isso essa velocidade em que a tentação
nos coloca rumo à ruína a partir de um determinado momento. Isso
é algo muito real no campo da imoralidade. Casais de namorados, de noivos,
muitas vezes começam a praticar certos avanços, casais crentes,
que tem propósitos de santidade no namoro, que tem alvos de santidade
no seu relacionamento, são moços, moças, cristãos de verdade, que
querem se guardar para o casamento conforme a palavra de Deus ensina,
ainda que o mundo zombie disso, ridicularize isso, nós não nos
importamos com o que o mundo diz, nós nos importamos com o
que a palavra de Deus diz, e muitos jovens, crentes de verdade se
importam com isso. e muitas vezes, jovens assim,
eles se deixam levar por alguns avanços, e isso é perigoso, por
quê? Porque chega o momento, chega
o ponto em que as coisas acontecem rápido demais, e não há como
voltar, ultrapassa-se, a linha de segurança, e não há mais como
voltar, e vem a queda, e com a queda, vem todas as consequências
rápidas também, dessa mesma queda, por isso irmãos, esse versículo
implicitamente, silenciosamente, esse versículo nos ensina que
nós temos que nos afastar, do perigo. Se você entende que algo
é uma fonte de tentação, afaste-se disso. Não tente descobrir onde
é a linha de segurança. Não tente. Não tente descobrir
onde é o limite além do qual a queda virá fatalmente. Não
tente descobrir. Não faça isso. Se você fizer
isso, você se arrisca muito e não terá como voltar. Então, o certo,
o correto, à luz do que temos visto aqui, o certo é você se
afastar da árvore. Não se aproxime da árvore, fique
longe da árvore. Se reconhece que algo é fonte
de tentação, se reconhece que algo ou alguém conduz você numa
direção ou convoca você em determinada direção, afaste-se disso. não brinque com o declive da
tentação, porque em um dado momento ele deixa de ser um declive e
se torna um grande paredão, um grande abismo e você não tem
mais como voltar. Muito bem, vamos olhar agora
para o versículo olhando seus pedacinhos. Vamos observar isso. Vejam aí. O texto diz assim,
vendo a mulher que a árvore era boa para se comer. O que começa
aqui, o que começa a acontecer aqui, é uma avaliação. A mulher está agora avaliando
o fruto e todas as circunstâncias ao redor e tudo que a serpente
disse. Ela está avaliando. E essa avaliação,
ela se estende por quase todo o versículo. O texto diz que
ela viu que a árvore era boa para se comer. Notem, essa avaliação
é uma avaliação parcial. Ela percebeu que o alimento era
agradável e era mesmo. O alimento era atraente. O fruto
tinha uma substância e uma aparência que era muito atraente. Isso
é verdade. E ela começa a avaliar o fruto
a partir disso apenas. Depois ela acrescenta outras
coisas. Mas ela não está avaliando plenamente o que está diante
dela. E ela pensa, isso é bom. Sim,
é bom, mas há uma proibição. Mas há um perigo. Esses mas não
aparecem na avaliação dela. É uma avaliação parcial. Não
é uma avaliação necessariamente errada. Não é uma avaliação necessariamente
equivocada, mentirosa, não. É realmente bom. É realmente
agradável. Mas esse mas não entra na avaliação. E ela chama aquele fruto, aquela
árvore, apenas de algo bom. Ela vê que é bom. Mas há mentira
mesclada nisso. Essa avaliação não está levando
em conta o que Deus diz. Essa avaliação não está levando
em conta o que Deus afirmou sobre aquilo. E quando nós fazemos
isso, nós estamos a um passo da queda. Quando nós avaliamos
qualquer coisa, nós não podemos dizer isso é bom a partir da
aparência. Nós não podemos dizer isso é
bom a partir das nossas intuições pessoais. Nós não podemos dizer
isso é bom a partir das minhas avaliações, dos meus insights,
das minhas percepções próprias. Avaliar as coisas a partir disso
tem um certo grau de segurança, tem um certo grau de verdade.
A mulher disse, ela é boa, é agradável, é atraente, isso era a verdade.
Mas eu não posso avaliar as coisas a partir somente disso. Eu tenho
que avaliar as coisas a partir disso e somar a isso a avaliação
da palavra de Deus. o que Deus diz sobre isso. Eu posso olhar e dizer, isso
é agradável, isso é atraente, isso é bom, e ok, mas, o que
Deus fala sobre isso? Essa, a resposta a essa pergunta,
deve entrar na minha avaliação. Irmãos, nós somos colocados diante
de propostas o tempo todo, Nós somos colocados diante de ideias,
diante de filosofias, diante de verdades, entre aspas, o tempo
todo. Dizendo para nós, olha, isto
é bom. Olha, isto é bom. Vejam, isto
aqui é bom. Eu devo avaliar essas coisas.
Mas eu devo avaliar essas coisas sob a ótica da palavra de Deus.
Eu posso dizer, sim, isso é bom. mas é perigoso. Sim, isso é bom,
mas Deus disse, não toque nisso. Sim, isso é bom, mas Deus disse,
não toque agora, toque nisso depois, não é o momento de tocar
nisso agora. Nós temos que levar em conta
o que Deus diz em todas as nossas avaliações. Temos que avaliar
assim as pessoas, as ideias, as conversas, as propostas, as
ofertas, tudo. O que Deus diz acerca disso? Deus diz que isso é bom também,
mas Ele diz que este não é o momento de eu desfrutar disso agora. Deus diz que isso é bom, mas
Ele diz também que isso é perigoso e eu devo fugir disso nesse momento.
Nós temos que acoplar aquilo que nós vemos. A avaliação do
próprio Deus. O grande problema é que as pessoas
não conhecem a palavra de Deus e não sabem o que é agradável
a Ele. Nós vemos cultos corrompidos
hoje em dia. Cultos corrompidos. E são cultos
corrompidos por quê? Porque muita gente pensa isso
é bom, isso agrada a Deus e não agrada. Ah, mas é feito com sinceridade. Mas não agrada a Deus. As pessoas
estão agindo apenas com base nas suas avaliações pessoais.
Não estão colocando as coisas sobre a ótica da palavra de Deus,
sobre as lentes da palavra de Deus. E aí cometem o erro, e
aí caem no pecado, e aí se desviam da verdade. A mulher olhou para
o fruto e disse, isso é bom, isso é agradável, isso é bom,
mas não considerou o que Deus havia dito sobre o fruto. O texto diz na sequência da avaliação
da mulher, diz assim, isso era agradável aos olhos, o fruto
era agradável aos olhos, aqui começa a se formar dentro do
coração da mulher um desejo, o fruto é atraente, o desejo
começa a surgir dentro do coração dele, é uma espécie de gravidez. Essa mulher, nesse momento, ela
engravidou. Como? Ela engravidou, gerou algo
dentro dela, e isso que ela gerou dentro dela, virá a luz. E o que é isso? Qual é esse ente,
se podemos assim chamar, do qual ela engravidou, que está dentro
dela, e que virá para fora, e que dará luz? Se os irmãos olharem
para Tiago, Tiago que é um escritor extremamente prático, e que escreveu
a sua carta levando em conta muito do Antigo Testamento, Tiago
é um escritor que mostra grandes influências
do Antigo Testamento em sua epístola. Tiago, no capítulo 1, ele diz o seguinte, Tiago 1,
versículos 14 e 15, o texto diz assim, Tiago 1, 14 e 15, ao contrário,
Cada um é tentado pela sua própria cobiça. Foi o que aconteceu com
a mulher. Ela olhou para o fruto e viu
que o fruto era agradável. A tentação nesse momento não
era só a partir da serpente. Não era só uma tentação de origem
externa. Nesse momento a tentação passou
a ser de origem interna. A serpente não fala mais. A serpente
silencia. Quem está falando agora não é
mais a serpente. Quem fala agora é o coração da mulher. Ela olha
para o fruto. E ela se sente atraída. O fruto
é agradável. E Tiago vai explicando isso,
esse processo no versículo 14. Cada um é tentado pela própria
cobiça, quando esta o atrai e seduz. Tiago não está falando do diabo
aqui. Tiago está falando do coração
da pessoa. o coração da pessoa está tentando a pessoa, e atraindo
a pessoa, seduzindo a pessoa, e o versículo 15 diz assim, então
a cobiça, ela vê que é agradável, ela se sente atraída, então a
cobiça, depois de haver concebido, vejam, a cobiça faz com que a
pessoa engravide, algo surge dentro dela, dentro
da pessoa, Não é uma gravidez no útero, é uma gravidez no coração. Essa gravidez no coração acontece
nesse momento. O coração é fecundado pela cobiça. Nasce ali, começa a se formar
ali um embrião. É o embrião do pecado, ele vai
se formando ali, começa a crescer ali. Ele vai crescendo e tomando
vulto lá dentro da pessoa. E chega um momento em que ele
não consegue mais ficar lá dentro da pessoa. Ele vem à luz. E aí Tiago explica. Tiago então
diz, depois de haver concebido, dá à luz o pecado. Esse é o filho que nasce. Nasce
o pecado. Ele sai do mundo interior. ele
sai do coração da pessoa, e ele vem para a história da pessoa,
para o mundo dos atos, para o mundo dos fatos, para o mundo das realidades
palpáveis, o pecado é cometido, e quando o pecado é cometido,
vem a sequência, o pecado uma vez consumado, gera morte, sabe
o que acontece? O nenê mata a mãe, O bebê mata a mãe. Esse é o processo. Essa é a sequência. Eu vejo. Me sinto atraído. Quero. A cobiça, então, engravida
o meu coração, fecunda o meu coração. O embrião do pecado,
então, começa a crescer. Num dado momento, ele vem à luz
e nasce. E quando ele nasce, ele me mata. É terrível isso, parece a história
de Alien, o oitavo passageiro. Os antigos vão lembrar dessa
história, os novos não vão lembrar disso. Mas é exatamente isso,
é uma história horrível, a história do nascimento do pecado a partir
da cobiça. E é o que acontece com Eva aqui,
ela faz essa avaliação, e ela diz que a árvore é boa para se
comer, e na sua avaliação ela também é agradável aos olhos. e quando ela percebe que é agradável
aos olhos, então, ela engravida da cobiça, que dará a luz a um
filho, dará a luz a um filho, que a matará. E a sua avaliação continua, e
a árvore desejável para dar entendimento, aqui ela pensa, eu serei, como
Deus, terei uma realização maior, serei uma pessoa mais plena,
mais completa, mais realizada, mais feliz, sem Deus. E é nesse ponto que nós vemos
aqui a busca enganosa de autossuficiência. Ela diz, eu posso ser alguém
melhor, eu posso ser um ser humano mais completo e realizado, desobedecendo
a Deus e andando longe dEle. Quando tudo isso se junta, então,
ela come. E ocorre então, o fato que torna
esse dia, o dia mais triste da história humana. E meus irmãos,
isso, esse processo que eu descrevi aqui, fez com que surgisse, fez
com que esse dia fosse caracterizado como o dia mais triste da história
humana. E, se esse processo, meus queridos, acontecer na sua
vida em particular, você pode experimentar o dia
mais triste da história da sua vida, com desgraças irreparáveis
e inevitáveis. Meus queridos, por amor de Cristo,
pelo amor de Deus o nosso Senhor, fujam desse processo, fujam disso,
Fujam da voz do tentador. Fujam da proximidade da árvore
proibida. Fujam do momento em que a voz
do tentador silencia e a tentação passa a vir de dentro, do coração. Não são mais vozes ao redor de
pessoas, de amigos, de incrédulos, não. É a voz do coração dizendo
vá, vá, vá, fuja desse momento. para que não surja essa gravidez
perigosa, e não seja dada à luz o pecado que o matará, que destruirá
você. Vocês vão dizer, pastor que medo,
mas é para ficar com medo, é para assustar, estou assustando vocês,
E eu estou assustado, e temos que ficar assustados, porque
não podemos brincar com essas coisas, e essas coisas meus queridos,
essas coisas estão diante de nós, continuamente, como? Como essas coisas estão diante
de nós continuamente, todos os dias, nós andamos num campo minado,
Nós andamos numa floresta cheia de perigos, cheia de ameaças,
o mundo é essa floresta, cheia de perigos, cheia de ameaças,
colocando essas armadilhas dentro de nós, e sempre essas armadilhas
tem esse formato. O que o diabo fez no Éden, ele
continua fazendo todos os dias, como? Ele faz isso usando um
mundo ao nosso redor. Se os irmãos olharem com atenção,
isso é muito interessante de se notar, Os irmãos verão como
o mundo age na primeira carta de João. Prestem atenção nisso. Prestem atenção nisso. Primeiro
João, no capítulo 2. Acompanhem, por favor. Primeiro João, no capítulo 2. E vejam o versículo 16. Eu vou
começar com a leitura do 15, e eu quero que os irmãos vejam
aqui nesses versículos exatamente o mesmo processo que aconteceu
no Éden, aqui no capítulo 3 de Gênesis, nos versículos 6, e
depois as consequências nos versículos seguintes. Mas vejam o que é
dito aqui, em 1 João 2, 15-16, o texto fala assim, prestem atenção,
grifem na Bíblia isso, grifem, porque isso aqui, isso aqui é
um alerta acerca de um perigo constante, diário. Aqui o Senhor Deus está nos alertando,
quanto a perigos que toda hora estão diante de nós, o texto
diz assim, não ameiz o mundo, O mundo aqui não é o planeta
terra, não é um versículo anti-ecológico, não é isso. O mundo aqui é a
cultura, o sistema cultural anti-Deus que nos cerca. Isso é o mundo
aqui. Esse é o cosmos aqui. É o sistema cultural anti-Deus
que nos cerca. Esse é o mundo. o texto diz,
não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo, as coisas próprias
desse sistema cultural, antideus que nos cerca, não amem essas
coisas, fugam delas, e ele diz assim, porque tudo que há no
mundo, tudo que há no mundo, quais são as coisas que há no
mundo, o que abrange, o que está abrangido nesse tudo que há no
mundo, ele vai dizer agora, Ele vai dizer tudo o que há no mundo.
Como ele vai falar tudo o que há no mundo? Ele vai resumir. Ele vai resumir tudo o que há
no mundo. Então, não tem como você escapar
disso aqui. Porque isso aqui é tudo. Para onde você vai, você
vai encontrar isso aqui. Por quê? Porque isso aqui é tudo.
e ele fala que no mundo esse tudo está abarcado em três coisas,
esse tudo, desculpem, esse tudo abarca três coisas, ele diz assim,
tudo o que há no mundo, e aí ele vai dizer o que é, primeiro,
a concupiscência da carne, o desejo, a árvore é desejável, a concupiscência
da carne, o fruto é bonito, é atraente. O meu corpo deseja morder. É a concupiscência da carne,
a satisfação dos sentidos carnais, corporais. A Bíblia diz que o
mundo oferece isso o tempo todo. O mundo diz, tente satisfazer
a concupiscência corpórea, a sua concupiscência sensorial, a sua
concupiscência física, a concupiscência da carne. Como a mulher no Éden,
quando viu frutos, e sentir o desejo de comê-lo, de mordê-lo, de devorá-lo.
O mundo oferece isso. O mundo faz o papel do diabo.
A cultura ao nosso redor faz isso, oferece isso para nós,
despertando, atraindo a concupiscência corpórea, a concupiscência da
carne. E o texto prossegue. O que mais
o mundo faz? O que mais abrange o mundo? A
concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos. Vendo a mulher. Vendo a mulher. que o fruto era
desejável, o fruto era bonito, não era feio, não era um fruto
podre, não era um fruto cheio de vermes, era bonito, perfeito, fruto para exportação, e ela se sentiu atraída pela
forma, pela beleza, pelos olhos, a concupiscência dos olhos de
João, as mesmas coisas, satanás supre o mundo ao nosso redor
com suas armas, As armas que o diabo usou no Éden, ele agora
coloca na nossa cultura, na cultura ao redor, para que a cultura
ao redor use exatamente as mesmas armas. A concupiscência da carne,
o desejo de satisfazer o corpo. A concupiscência dos olhos, a
atração pela beleza, por aquilo que tem a forma bonita, que atrai
de se ver. E o texto prossegue, o que mais
há aqui? O que mais há no mundo? O que mais compõe tudo o que
há no mundo? O texto diz, e a soberba da vida. A mulher viu que o fruto dava
entendimento. Eu quero ser alguém grande. Sem Deus. Eu quero viver a minha
vida de forma intensa e realizada por mim mesmo, sem Deus. Eu me basto, eu me basto, a soberba
da vida. Essas três coisas, esses três
fatores são, compõem a estratégia de Satanás no Éden e a estratégia
do mundo ao nosso redor para nos fazer cair. o tempo todo,
o tempo todo, o diabo e o mundo nos assediam com essas coisas,
continuamente, e quando nós cedemos espaço para a concupiscência
da carne, para a concupiscência dos olhos, e para a soberba da
vida, então vem a queda, e com a queda, a ruína, Na base disso tudo está o engano
da serpente. Nós olhamos e somos atraídos
por aquilo que pode satisfazer os nossos sentidos, a concupiscência
da carne. E somos atraídos por aquilo que
atrai nossos olhos, a concupiscência dos olhos. E somos atraídos pela
ideia de que seremos pessoas mais maduras, seres humanos melhores,
sem depender de Deus para nada, autossuficientes, a soberba da
vida, e comemos então, e caímos então, e o que vem a seguir,
o mundo não diz, as consequências, Satanás não disse para a mulher,
e o mundo não diz para nós, as consequências, são terríveis,
são trágicas, mas isso aí, essa parte, o mundo não fala, a pessoa
descobre depois. Thomas Merton, grande escritor,
escreveu um livro chamado a montanha dos sete patamares, já mencionei
esse livro aqui para vocês, ele diz, quando eu era jovem, o mundo
me atraiu, o mundo me atraiu apelando para as concupiscências
da minha carne, o mundo me atraiu, apelando para a concupiscência
dos meus olhos, para minha soberba, o mundo me atraiu, e eu saí,
e eu saí pelo mundo, ele diz, eu saí pelo mundo e eu disse,
eu vou saquear o mundo, essa foi a expressão que ele usou
no seu livro, eu vou saquear o mundo, eu vou arrancar todos
os frutos de todas as árvores, todos, eu não vou comer um fruto,
eu vou saquear, arrancar todos os frutos da árvore e devorar
todos eles, ele diz no final, eu que saí para saquear, voltei
saqueado, foi o mundo que me saqueou, foi o mundo que me despojou,
meus irmãos, fiquem atentos para essas coisas, Fiquem atentos
para esses perigos, para esses elementos que a Palavra de Deus
nos dá. A Palavra de Deus fala conosco, ela nos alerta. Como
andar? Em que direção seguir? Se nós
não ouvirmos a Palavra de Deus, nós não teremos mais nada. Uma vez me deram de presente
um GPS. Eu coloquei no meu carro. E eu
fui dirigindo um lugar onde eu não conhecia. E o GPS, o GPS
é uma beleza. Muito bom. Às vezes, é até uma
boa companhia. É uma boa companhia. Conversa
com você o tempo todo, durante o caminho, quando você está dirigindo,
meio solitário, o GPS fala com você. E eu ali dirigindo, indo
numa certa direção, o GPS disse, vire à direita. Eu disse, ah
tá bom, só porque você quer. A avenida para onde eu vou está
lá, eu não vou virar para cá. GPS está errado. Virar à direita. Não, continua. Não vou ouvir
o GPS. GPS está errado. GPS dizendo, por favor. Imploro. Vire à direita, na próxima. Eu sou mais eu. Eu não preciso
disso aqui. Não preciso desse GPS. Não preciso
desses alertas. Não preciso dessas palavras.
Não preciso dessas direções. Eu confio no meu senso de direção.
Sabe o que aconteceu? Adivinha. Claro que eu me perdi. Claro que eu me perdi. E alguém
poderia perguntar, pra que você tem um GPS então? Se você não
ouve o que ele diz. E a pergunta que eu faço pra
vocês é essa. Por que vocês têm um GPS então? Se vocês não ouvem
o que ele diz. e Ele diz, Ele afirma continuamente,
cuidado com a concupiscência dos olhos, com a concupiscência
da carne e com a soberba da vida, porque isso pode fazer com que
você caia, e caindo sofre as consequências mortais do pecado,
mas notem, esse versículo, o versículo 6, ele tem algo intrigante aqui,
algo que sempre intrigou, os estudiosos, os teólogos, os comentaristas. Tem algo muito intrigante aqui,
eu quero chamar a atenção dos irmãos para isso. Acompanhe aqui
a leitura. O texto diz, tomou-lhe do fruto
e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu. Simples. Rápido. Mas a grande pergunta
é, por quê? Por que Adão comeu? Por quê? Ninguém entende. Por que Adão
comeu? Nós temos algumas pistas. Bom,
a mulher eu sei porque comeu. A mulher, Paulo diz, em 2 Coríntios
11,3, o apóstolo Paulo fala que a mulher foi enganada. Por isso
ela comeu. Quando nós olhamos para 1 Timóteo
2,14, e esse é um texto importante, 1 Timóteo 2,14, esse texto fala
expressamente, Paulo diz expressamente que a mulher comeu do fruto,
ela pecou porque ela foi enganada. e diz na sequência, e isso que
é mais aterrador, e é isso que lança mais obscuridade ainda
em Gênesis, sobre Gênesis, diz que o homem não foi enganado,
diz expressamente, a mulher foi enganada, mas o homem não foi
enganado, e caiu em transgressão. Como? Porque ele comeu se não
foi enganado. Alguns dizem, olhando para o
versículo 17 de Gênesis 3, que ele simplesmente ouviu a mulher,
Ele ouviu a mulher. Não foi enganado, ouviu a mulher.
A aplicação seria a seguinte, nunca ouça a sua mulher. Mas seria uma aplicação exagerada
essa, eu acho. Nunca ouça a sua mulher, porque
a casa vai cair. Não é uma aplicação correta.
Não é isso que o texto quer nos ensinar. Deus diz isso, visto
que você ouviu a sua mulher. Não há aqui uma crítica ao ouvir
a mulher. Podemos, a mulher é nossa auxiliadora idônea, já preguei
sobre isso aqui quando falei sobre o capítulo 2. Temos que
ouvir nossas esposas, nós os homens temos que ouvir nossas
esposas, especialmente as nossas esposas que têm um conhecimento
da palavra de Deus e que podem ser instrumentos para nos ajudarem
em várias situações. Mas o que aconteceu com Adão
é o curioso. Ele escutou sua mulher, sim,
mas ele não foi enganado por ela, nem estimulado por ela,
nem forçado por ela. Nada! Não vemos isso no texto. Não vemos Adão sendo instigado,
e impulsionado, e forçado, e convencido a comer. Não! Ela dá para ele
o fruto. Ela estende a mão apenas. Tó! Ele pega e come. Sem ser
enganado. Alguns discutem. Será que ele
estava lá presenciando a tentação? Não sabemos. Talvez sim. A serpente usa, segundo a pessoa
do plural, no dia em que vós, Talvez ele estivesse lá, não
sabemos. Mas isso é irrelevante também. Se ele presenciou a tentação
ou não em silêncio, até um livro que tem esse nome, O Silêncio
de Adão, sugerindo que ele estava lá e ficou quieto, não falou
nada, devia ter falado alguma coisa e não falou nada. Mas isso
não vem ao caso, isso não é relevante, o texto não fala sobre isso.
O fato é que esse homem não foi tentado, esse homem não foi enganado,
esse homem não foi forçado, esse homem simplesmente estendeu a
mão e comeu. sem tentação nenhuma, sem engano nenhum, sem pressão
nenhuma. Como? Ah, isso nos ensina algo sobre
o pecado também. Sabe o que nos ensina sobre o
pecado? Isso aqui. Isso nos ensina, isso assusta. Isso nos ensina
que eu não preciso ser tentado para pecado. Não preciso. Eu não preciso dos convites do
mundo, dos impulsos do diabo, do engano da serpente para pecar. Pode acontecer de eu simplesmente
desobedecer de maneira livre, leve e solta. Sem ninguém. sem ninguém me induzir a isso,
sem ninguém me impulsionar, me pegar pela mão e me levar nessa
direção. Eu tenho potencial dentro de
mim para pecar contra Deus, desobedecer Sua Palavra e me rebelar contra
Ele, sem ser tentado por nada e por ninguém. Tenho esse potencial
em mim. Santo Agostinho diz que quando
ele era jovem, ele roubou peras, roubou peras, e ele disse que
roubou peras sem ter fome nenhuma, só roubou as peras, tinha peras
melhores em casa, ele fará nas confissões, peras melhores, ele
roubou as peras, com as peras nas mãos, sem fome nenhuma, viu
que as peras não eram tão atraentes quanto as que ele tinha em casa,
então jogou para os porcos, roubou simplesmente por roubar. E nós
olhamos para a realidade humana tantas vezes, e eu fico pensando
quando olho ao meu redor, os irmãos devem eventualmente questionar
essas coisas também, o que, por exemplo, tenta um vândalo Apicharam a parede. Qual é o barato? De onde vem a tentação? É que
a parede fala vem. De onde vem a tentação para fazer
algo assim? As pessoas que falam palavras
sujas. As pessoas que sempre dizem imoralidades,
o tempo todo, sempre. Seus pensamentos sempre marcados,
suas palavras sempre marcadas por duplos sentidos, por brincadeiras,
por gracejos imorais, por palavras sujas. Quem as tenta? Quem as impulsiona? Que força
é essa exterior que as atrai nessa direção? Nada! Elas fazem
isso livremente, espontaneamente, sem nada lá fora chamando para
isso, não, simplesmente fazem, porque querem fazer, sem nenhum
problema, livremente, sem pressão nenhuma. O que faz pais, hoje
apresentamos um bebê aqui, eu falei um pouquinho sobre isso
de cedo, mas o que faz com que os pais, muitas vezes, provoquem
seus filhos, despertem a tristeza, ou o rancor, ou o ódio deles,
muitas vezes só por brincar. O que os leva a isso? Por quê? Qual é a tentação envolvida nisso? Ou coisas piores. Sei de pais
que introduzem os seus filhos na bebida, ainda pequenos, crianças. Em Atibaia tinha um senhor que
pegava bebida alcoólica, colocava numa colherinha e colocava na
boca do bebê no carrinho. E o bebê fazia uma caretinha
assim ó. E o pai achava engraçado e dava
mais. E o bebê pedindo mais, né? Manda,
molha a chupeta aí, pai. Mas o que tenta um pai é fazer
isso. Ele faz isso livremente, sem
nenhuma tentação, sem nenhum impulso. Ele faz isso sem que
nada o force nessa direção. Minha filha Helena disse de uma
professora dela que deu de presente para o filho uma revista pornográfica,
uma revista erótica. Deu para o filho. Que forças exteriores, que forças
interiores levam a mulher a fazer isso? A cometer esse tipo de
pecado? Cometer um absurdo como esse? Qual é a força externa que faz
com que adolescentes pratiquem bullying nas escolas? Eles fazem
isso sem nenhuma tentação. Fazem isso livremente, soltos,
voluntariamente. nada os pressiona nessa direção,
nada. É o pecado de Adão. Eu só estendo
a mão, nada me obriga, nada me força nessa direção, não tenho
que lutar com nada, eu simplesmente pego e como. E quando nós olhamos
para uma realidade como essa, presente no final desse versículo,
e deu também ao marido, e ele comeu, nós percebemos essa realidade,
que muitos pecados, irmãos, que nós cometemos, cometemos livremente,
sem nada que nos impulsione nessa direção. Muitos pecados, nós
cometemos depois de muita luta, lutamos contra eles, sofremos,
e às vezes, no meio dessa luta, nós caímos, mas outros não, outros,
nós simplesmente estendemos a mão, livremente, ninguém puxa a nossa
mão, nós simplesmente estendemos a mão e comemos só, porque queremos,
sem ninguém nos empurrar, sem ninguém nos forçar, Quando nós
temos na nossa vida, pecados com os quais lutamos, e sofremos,
e caímos eventualmente, nós suplicamos a Deus, Senhor me dá forças,
não estou conseguindo superar essa prova, não consigo vencer
essa fraqueza, não consigo passar por cima dessa tentação, o Senhor
então é paciente, o Senhor então é longânimo, Ele nos sustenta,
nos consola, nos ajuda a caminhar, nos perdoa, e nós caminhamos
então debaixo do seu sustento, mas muitas vezes fazemos as coisas
porque queremos fazer, sem luta nenhuma, voluntariamente, livremente,
e para esses casos, é necessário que nós aprendamos um texto da
Palavra de Deus, e eu vou encerrar com essa leitura, e é o texto
que se encontra em Isaías 1, 16 a 18, E eu quero terminar
esse primeiro ponto com esse apelo aos irmãos. Os irmãos que
muitas vezes se rendem ao pecado livremente, sem luta. Cometem o pecado como Adão cometeu,
sem sequer serem tentados. caem no pecado sem sequer passarem
pela tentação, e nutrem esses pecados em suas vidas. O texto
de Isaías 1, Isaías 1 diz o seguinte, no versículo 16, o texto diz
assim, é o versículo 18, falando sobre a condição de Israel, que
vivia sim no pecado, livremente, voluntariamente, Dizendo, lavai-vos,
diz a palavra, lavai-vos, purificai-vos. Busquem o perdão que há em Jesus. Busquem o perdão que há no sangue
de Cristo, no seu sacrifício. O sangue de Jesus Cristo nos
purifica de todo pecado. Se aproximem dele. Vocês que
vivem longe dele, nesses atos de rebelião aberta. Lavai-vos,
purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos
meus olhos. Cessai de fazer o mal. Vocês fazem o mal livremente. Vocês praticam o mal à saciedade,
sem que nada os impulsione nisso. Nessa direção, parem com isso,
abandonem essas coisas. O texto diz no versículo 18,
Vim depois e arrasoemos, diz o Senhor, ainda que os vossos
pecados sejam como a escarlata, vermelhos, eles se tornarão brancos
como a neve, ainda que sejam vermelhos como carmesim, se tornarão
como a lã. eu vou perdoar vocês, abandonem
essas coisas, abandonem o pecado voluntário, deixem para trás
essas práticas, sejam purificados dessas coisas, e eu vou fazer
com que vocês sejam e tenham um coração mais alvo do que a
neve. Em Romanos, no capítulo 13, o
apóstolo Paulo se deparando com aqueles irmãos de Roma, E muitos
deles envolvidos em intrigas gratuitas. Muitos deles envolvidos
em críticas contra os irmãos, críticas gratuitas. Talvez alguns
envolvidos em erros, em imoralidades, em práticas às quais se entregavam,
quem sabe gratuitamente. Ele diz em Romanos 13, no versículo
11, um dos textos mais preciosos da Bíblia, e um apelo que ecoa
ao longo dos séculos e chega até nós hoje. Fala com você!
Fala com você! Romanos 13 e 11, apóstolo Paulo
diz, diz aqui, o coração do apóstolo diz, o Espírito Santo diz o seguinte,
13 e 11 de Romanos, e digo isto a vós outros que conheceis o
tempo, Vós outros conheceis o tempo, somos nós os crentes, Romanos
13 e 11, já é hora, já é hora de vos despertardes do sono,
vocês estão andando de modo sonolento, se deixando levar pelo pecado,
pela cobiça, pelas concupiscências todas ao redor, É hora de despertar
desde o sono, porque a nossa salvação está agora mais perto
do que quando no princípio cremos. O Senhor está chegando, nós estamos
indo na sua direção, vamos encontrá-la em breve. O texto diz, vai a
alta noite. A noite deste mundo vai chegando
ao fim, vem chegando o dia, o dia do livramento de Deus. Deixemos,
pois, as obras das trevas, e revistamos-nos das armas da luz, andemos dignamente,
como em pleno dia, e aí ele começa a enumerar as coisas, ele diz,
não em orgias e moralidades, não em bebedices, não em impudicícias,
não em dissoluções, não em contendas e ciúmes, abandonem todas essas
coisas. O dia está chegando, a noite
está passando, abandonem essas coisas. E o texto diz no versículo
14, mas revestí-vos do Senhor Jesus Cristo. e nada disponhais
para a carne no tocante às suas concupiscências, não deem espaço
para satisfazer os desejos da carne. Façam isso agora, a hora
já passou, o tempo já chegou, já é hora de despertar e de abandonar
essas coisas. Avalie sua vida, teremos a ceia
do Senhor hoje. Avalie a sua vida, e diga ao
Senhor, Senhor, me perdoe, porque algumas vezes o meu pecado é
como o de Eva, eu sou enganado, sou induzido e sou levado, acontece
comigo, me perdoe por isso, mas muitas vezes não, muitas vezes
eu simplesmente estendo a mão, plenamente consciente do que
estou fazendo, eu estendo a mão, e faço o que o Senhor reprova,
livremente. Perdoa-me Senhor, seja em face
de uma situação ou de outra, perdoa-me e me ajuda. Eu quero fugir da queda enganosa
de Eva, e quero fugir da queda voluntária de Adão. Eu quero viver para o Senhor,
lava-me. Perdoa-me, restaura-me, porque
eu sei que depois da queda vem a morte. Vamos orar. Senhor Deus, a experiência humana
envolve tantos aspectos, tantas realidades que podem te desagradar. Nós muitas vezes não conhecemos
a sua palavra e chamamos de bom aquilo que é perigoso. e não
incluímos a sua palavra nas nossas avaliações, e tantas vezes somos
enganados, mas outras vezes, porém, nós conhecemos sim a verdade,
e como Adão, sem sermos enganados e tampouco tentados, nós estendemos
a mão e nos rebelamos contra o Senhor e fazemos o que lhe
desagrada. Tantos podem ser os exemplos,
mas cada pessoa aqui pode suprir em seu coração e se lembrar agora
de alguns exemplos disso em sua própria vida o Senhor conhece
a história de cada um e o coração de cada um e pedimos Senhor que
o seu Santo Espírito atue no nosso meio e conduza o seu povo
ao arrependimento A noite vai passando e o dia da nossa redenção
está chegando. Queremos abandonar as obras das
trevas e nos revestir das armas da luz. Ajuda cada irmão aqui
que haja arrependimento nesta noite, restauração nesta noite
e um propósito novo, santo, de andarmos nos seus caminhos, fugindo
de tudo aquilo que te desagrada. e de qualquer coisa que possa
nos conduzir por um caminho mau. Dá-nos, ó Deus, um zelo maior,
um cuidado maior, uma seriedade maior. Brincamos tantas vezes,
somos descuidados, brincamos perto de abismos, brincamos perto
de labaredas terríveis, Ó Deus, dá-nos uma visão mais madura
dessas coisas, e que haja em nós um desejo franco, real e
intenso de fazer o que o Senhor quer, de obedecer ao Senhor,
de abandonar os caminhos maus, ajuda-nos nisso, faça com que
haja novos propósitos no coração dos irmãos aqui nesta noite,
Desejos sinceros de vivermos de modo puro e agradável ao Senhor
sempre. Ajuda-nos nisso. Transforma,
conduza o arrependimento e restaura e purifica, Senhor, as vidas
dos irmãos aqui nesta noite. Nós pedimos essas bênçãos e suplicamos
que o Senhor trabalhe no nosso coração durante a ceia. Em nome
de Jesus. Amém.
As buscas ligadas ao pecado (Parte 1)
Series Gênesis
| Sermon ID | 829160943 |
| Duration | 1:02:56 |
| Date | |
| Category | Sunday Service |
| Bible Text | Genesis 3:6-8 |
| Language | Portuguese |
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